quinta-feira, 15 de junho de 2017

TEMER ENTREGA O GOVERNO AO PODER ISLÂMICO


VEJAM ISSO. PASSAMOS DA HORA DE REMOVER TEMER E OS DEMAIS VERMELHOS NA BASE DA PORRADA

Um governo e um parlamento fragilizados pela torrente de denúncias de corrupção e mega roubalheiras acabam aprovando leis completamente absurdas que não fazem nenhum sentido e não correspondem aos interesses nacionais.Isso ocorre justamente por causa dessa fragilidade decorrente do vácuo que separa os interesses da maioria do povo brasileiro daquele cipoal de negociatas e roubalheiras variadas que ocorrem no breu das tocas. 

O Congresso Nacional já aprovou e Michel Temer sem maiores delongas sancionou a deletéria Lei de Migração, projeto do Senador agora Ministro da Justiça Aloysio Nunes Ferreira do PSDB. E, como se não bastasse essa desgraça que abre as porteiras do Brasil para a invasão islâmica que já atormenta a Europa, projeto do mesmo Aloysio Nunes Ferreira dá permissão a estrangeiros de participarem das eleições brasileiras. Essa afronta acaba ser aprovada em comissão do Senado, cujo relator foi o tucano mineiro Antonio Anastasia.


Isto é uma barbaridade que tem de ser barrada de qualquer maneira, quando se sabe que Michel Temer criou uma espécie de 'Secretaria Islâmica', dentro do Palácio do Planalto, conforme noticiei e comentei recentemente aqui no blog.



Pois bem, se não bastasse tudo isso agora uma comissão do Senado aprovou mais esta barbaridade que agora será votada em plenário, conforme noticiou o site do jornal O Estado de S. Paulo, que transcrevo como segue. Por causa do feriadão a Comissão estava esvaziada. Leiam:

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira, 14, a permissão para que estrangeiros possam votar e ser votados em eleições municipais no País. A medida agora precisa ser votada pelo plenário da Casa.
O autor da proposta é o senador licenciado e ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), e estende para todas as nacionalidades um direito que hoje é restrito a brasileiros (nascidos no País ou naturalizados) e aos portugueses.

A PEC prevê que o direito a votar e a ser votado, porém, é condicionado a acordos de reciprocidade entre Brasil e outras nações. Ou seja, só poderão participar das eleições municipais naturais de países que também permitam a participação de brasileiros em suas eleições.

Na justificativa da proposta, Nunes Ferreira cita diversos locais onde a permissão para estrangeiros participarem das eleições já é adotada, como Dinamarca, Suécia e alguns cantões suíços em eleições regionais.

“Registramos que o direito ao voto pode ser admitido sob condições de reciprocidade e de permanência por um determinado número de anos; por ser membro de um conjunto de países (caso da Commonwealth ou decorrente de acordos bilaterais entre Dinamarca, Suécia, Islândia e Noruega); ou por ser membro de uma integração política regional (caso da União Europeia, que permite votar e ser votado a seus cidadãos)”, afirma Nunes Ferreira na justificativa da proposta.

A PEC foi aprovada sem discussões, em uma sessão da CCJ esvaziada, com a presença de apenas quatro senadores. O relator do texto foi o senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), vice-presidente da comissão. Do site do Estadão


Contribuição: Aloysio Amorim e site Estadão


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