sexta-feira, 31 de março de 2017

FORA SISTEMA DE CRÁPULAS!!!

AS MALETAS... AS MALETAS... AS MALETAS... AS MALETAS DE RENAN AINDA CONTROLAM O SENADO.
  
REPÚBLICA DE SISTEMA DE CRÁPULAS!
  
REMÉDIO PARA ISSO???


INTERVENÇÃO MILITAR JÁ!

POVO NAS RUAS PEDINDO INTERVENÇÃO MILITAR.



ENCONTRO EM SÃO PAULO: MASP-TRIANON 
HOJE 31/3 E AMANHÃ SÁBADO.






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  Rede Brasil
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Seja bem vindo a RedeBrasil.NET sua webrádio anticomunista do Brasil
       

quarta-feira, 29 de março de 2017

CUSPARADA NAS FORÇAS ARMADAS!!!! : PREPOTÊNCIA, GRILAGEM, PISTOLAGEM, PEDOFILIA, FRAUDES FINANCEIRAS, PT & PMDB

ATUALIZAÇÕES FEITAS.
Denúncias e dados adicionais incluídos
_________________________________


Prezados Leitores do blog A Língua! News,


Desde o final de 2013 eu devia ter publicado esta denúncia. Mas, por motivos muito fortes, inclusive temendo pela minha vida e contando com apenas a Justiça para devolver o fruto do trabalho pelo qual fui explorado (roubado) por gente de Gleisi Hoffmann e Roberto Requião, resolvi não espalhar muita sujeira pela internet. Mas o tempo me permitiu que hoje eu fizesse um conjunto de fatos para trazer para vocês por esta matéria-denúncia grave sobre


A ESTRUTURA DE OFENSA ÀS FORÇAS ARMADAS ATRAVÉS DE LICITAÇÕES FRAUDULENTAS IMPOSTAS PELAS MESAS DA PRESIDANTA
DA "CASA GLEISIL."


A HISTÓRIA DE PERDAS VIVIDA POR UM INTERVENCIONISTA QUE DEFENDEU O EXÉRCITO BRASILEIRO DA QUADRILHA DE REQUIÃO E GLEISI HOFFMANN


Eu comecei a atuar como vendedor de ônibus em agosto de 2012 através da combalida empresa Maxibus cuja abandonei após o proprietário, Sr. Beno, destratatar um cliente de Brasília que eu trouxera para a fábrica, cancelar as passagens aéreas de cortesia do cliente sem avisá-lo e assim o dono da fábrica me fez perder o cliente cujo pedido era de até 250 ônibus, sendo 50 micro-ônibus para o primeiro lote. Então diante daquele ato de loucura sem valorizar o meu tempo e a minha reputação, eu decidi buscar uma outra empresa para representar e com o trabalho mudar a minha vida porque eu estava desempregado havia alguns anos. Foi então que uma das testemunhas do destrato do Sr. Beno, dono da hoje falida Maxibus, um vendedor da concessionária Nasa Volkswagen de Brasília, me apresentou ao diretor da Mascarello Carrocerias e Ônibus Ltda., da família Mascarello, da cidade de Cascavel, PR, o Sr. Antonino Jacel Duzanowski que me convidou para visitar a fábrica para tratar de direito de representação da Mascarello no Mato Grosso do Sul. Em 29 de novembro de 2012 eu cheguei à fábrica Mascarello para conversar com Antonino Jacel Dusanowski. Foi quando eu conheci a proprietária da fábrica Sra. Iracele Mascarello. Até então eu não sabia o antro de maldades no qual eu estava pisando e muito menos pude antever que eu estava em contato com um dos maiores escândalos de licitação envolvendo o 

ATROPELAMENTO DA HIERARQUIA DAS FORÇAS ARMADAS BRASILEIRAS PARA BENEFICIAR UMA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA EM FORMA DE FÁBRICA DE ÔNIBUS E SILOS DE GENTE LIGADA UMBILICAMENTE AO ROBERTO REQUIÃO, GLEISI HOFFMANN E DILMA ROUSSEFF.


Essa família Mascarello faz jus ao nome da cidade (Cascavel). E por causa dessa família eu passei uns dos piores anos da minha vida, carregados de puro ódio, desonra, sangria de oportunidades, medo de perder as minhas tardias primeiras conquistas materiais de valor, ódio por ter o meu respeito à família Mascarello descartado como bosta e uma empurração de humilhação por eu ter sido honesto na apresentação de um laudo de falhas de construção de vários ônibus empurrados comercialmente de maneira criminosa para o Exército Brasileiro, num esquema de licitação criminoso cujo eu não tive participação das decisões porque eu atendia apenas o setor de vendas a clientes particulares e não governamentais, mas que no final O PUNIDO FOI EU, A PARTE MAIS FRACA E DESAVISADA. Então começo a relatar um dos mais nojentos escândalos envolvendo o PT, PMDB, escravidão de brasileiros, confisco, pedofilia, grilagem de terras, fraude no sistema financeiro nacional e americano, tudo isso com base numa infinita prepotência dessa gente que não vale o que vai para o esgoto. 

Naquele momento durante a minha primeira visita à fábrica de ônibus Mascarello, a impressão que tive do Grupo Mascarello foi a melhor possível porque eu não sabia quem era a "famiglia" Mascarello e quem era Jacel, embora um amigo que me apresentara à Maxibus me alertara sobre a qualidade de acabamento da Mascarello e para ficar atento aos truques de roubatina de Jacel nas comissões dos bravos representantes. E lhes digo, ser representante da Mascarello tem que ter muita bravura .

Foi nesse dia que eu tive o primeiro contato com a história de uma licitação de compra de ônibus das Três Forças Armadas... mas contada na versão dos criminosos, quadrilheiros Jacel e Iracele de maneira muito superficial. Naquela época estava rolando a partir da revista Veja através do ?jornalista? Augusto Nunes uma história mal contada de que o General do Exército Brasileiro Sr. Enzo Peri estava cobrando através de "subalternos" propina para aprovar a Mascarello numa licitação de compra de 3 CENTENAS de ônibus para transportes de tropas e oficiais das três Forças Armadas. 

Depois do lançamento dessa matéria mal contada, a Iracele Mascarello pediu para o diretor comercial da fábrica Antonino Jacel repassar ordem para os dois supervisores comerciais (Rafael Liotto e Juliano Michelin) para comunicarem aos representantes que NÃO TOCASSEM MAIS NO ASSUNTO. E porquê? Lhes conto.

Essa licitação embora aparentemente foi aberta de modo tradicional, mas a participação de outras fábricas de ônibus foi meramente decorativa porque a licitação tinha um álibi para favorecer o Grupo Mascarello que desde a fundação teve apoio direto de Roberto Requião para financiamento da construção da fábrica de ônibus e de silos em Cascavel, PR, um atalho para Requião drenar apoio eleitoral do oeste paranaense para se perpetuar no poder e lucrar... Vocês entenderão o tipo de lucro.

O álibi foi o quesito menor preço. TODAVIA eu só fui saber depois de 10 de maio de 2013 que as FORÇAS ARMADAS "NUNCA" compram veículos pela premissa do menor preço, mas sim, pela premissa da conformidade com as normas das Forças Armadas Brasileiras e/ou da OTAN. E a Mascarello NÃO TINHA PROJETO DE ÔNIBUS MILITARES APROVADO NAS FORÇAS ARMADAS BRASILEIRAS. Os ônibus, mais de 300 unidades, apenas eram COISAS QUE PARECIAM ÔNIBUS, MAS MONTADAS sobre chassis de ônibus.

Quando em 10 de maio de 2013, eu fui chamado pela assistente braço-esquerdo do Jacel, a Sra. Jossimara Veronese, para dar assistência aos motoristas que chegaram no portão do Regimento de Suprimento do Comando do Oeste (CMO) em Campo Grande porque eles chegaram uma hora depois do final de expediente do quartel ser encerrado antes do meio-dia. Dia 10 de maio daquele ano foi uma sexta-feira. Então eu telefonei para alguns proprietários de empresas de ônibus para conseguir um lugar para guardar os ônibus do Exército e somente o Sr. José Pinheiro, proprietário da empresa Canarinho, muito cordialmente me concedeu o favor para guardar os ônibus na garagem dele, a  dez quilômetros de distância ao sul. Conduzi os motoristas em comboio e de lá levei todos para a estação rodoviária no meu automóvel recém-financiado para trabalhar melhor para a Mascarello na base da confiança do potencial da estrutura da fábrica e das promessas de respeito e apoio nas vendas que Jacel fez a mim. 

Notem as traseiras dos ônibus com os estribos de proteção traseira "inexistentes" a mando do velhaco Antonino Jacel Duzanowski, diretor comercial, ladrão dos representantes da Mascarello e cúmplice fiel de Iracele Mascarello.

Na segunda-feira dia 13 de maio de 2013, chegou o quinto ônibus fora-de-estrada para transporte de tropas como esses das fotos e tive que guiar o motorista até a sede do 2º Regimento de Suprimento do CMO a uns 2 Km ao norte do CMO e levar o motorista à garagem da empresa Canarinho quatro vezes e guiá-lo até o 2º Regimento de Suprimento para estocar os quatro ônibus guardados naquela garagem. Naquele local já havia 18 ônibus da primeira remessa, a maioria estocada por problemas de fabricação e o CMO de Campo Grande (Comando Militar do Oeste) não sabia a quem recorrer para enviar um laudo dos defeitos para a Mascarello mandar alguém para consertar aqueles ônibus. Já havia lá um micro-ônibus modelo Mascarello GranMicro que fora totalmente repintado por uma oficina reformadora de ônibus porque o micro-ônibus parecia que foi ??pintado?? com baldadas de tinta branca e estava repleto de "cachoeiras de tinta escorrida secas" pelos cantos, do teto às saias. A partir daquela segunda-feira (13 de maio), eu passei a ter contato com o sub-Tenente Ramos que me alertou sobre e mostrou os defeitos dos ônibus que já estavam lá, uns ônibus (13) eram desse modelo GranVia (midibus) fora-de-estrada para transporte de tropas em treinamento, todos com chassis Volkswagen 15.190 4x2 com suspensão elevada, (04) GranVia para transporte de oficiais com chassis Volvo B210F e (01) micro-ônibus GranVia, que juntados com esses 05 que acompanhei a entrega resultavam em 21 unidades no gramado. FOI DAÍ QUE O MEU INFERNO MASCARELLO COMEÇAVA.

O sub-Tenente Ramos e o Tenente Dutra me acompanharam para mostrar os inúmeros defeitos de construção dos ônibus cujos eu não tinha reparado na pressa de conduzir aquelas 05 unidades ao pátio do 2º Regimento de Supremento. E também o sub-Tenente Ramos mostrou os defeitos contidos nos outros ônibus, sempre reclamando da falta de qualidade proposital, que tal coisa nunca acontecera na carreira dele e que aquilo era um DESRESPEITO ÀS FORÇAS ARMADAS. Foi daí que eu comecei a entrar em um pânico silencioso porque eu vi:
  • chaparia solta, 
  • acabamento ao redor das lanternas padrão OTAN com aparência de plástico derretido ou serrado, 
  • estribo (que é aquela barra traseira para evitar automóveis a entrarem debaixo da traseira dos ônibus fora-de-estrada) REMOVIDO POR VELHAQUICE A MANDO DO "JACEL" para AUMENTAR a lucrabilidade do 'negócio', 
  • muita sujeira no interior do veículo inclusive excesso de pó de pintura e solda,
  • parafusos pontiagudos espalhados pelo interior dos ônibus,
  • um odor insuportável de plástico tóxico,
  • painel moldado sem padrão de qualidade,
  • "DEDADAS" DE MASSA PLÁSTICA nos finais dos salões das 04 carrocerias montadas sobre chassis Volvo B270F,
  • acabamento do teto no salão do motorista sem padrão de moldagem, uns "serrados", outros recortados, encaixados sem precisão,
  • PISO FEITO COM COMPENSADO QUE SE ESFARELAVA,
  • PÁRA-LAMAS FEITO COM COMPENSADO QUE SE ESFARELAVA, SEM PROTEÇÃO DE CAIXA DE RODAS (que podia ser de duralumínio, alumínio ou plástico reforçado para evitar ROMPIMENTO E QUEDA DO MILITAR CARONA debaixo do ônibus),
  • Duto de ar-condicionado não moldado, mas furado de maneira grosseira e sem precisão,
  • FIAÇÃO APARENTE,
  • Falta de acabamento em alguns cantos,
  • Revestimento na parede do final do salão com um tipo de plástico emborrachado cheio de remendos e muito pó de funilaria, 
  • Tampa frágil debaixo do condicionador de ar que caía sozinha, e espuma muito fraca,
  • Sujeira e riscos nos plásticos de acabamento no teto e divisórias,
  • PLÁSTICO E PAPEL ALUMÍNIO COMO ACABAMENTO DAS FERRAGENS ATRÁS DOS PEDAIS,
  • Falta de padrão de montagem e de projeto do painel,
  • Caixa de rodas - como disse, de compensado barato - sem padrão de corte, umas impediam a abertura da tampa do painel para se ter acesso ao compressor do condicionador de ar,
  • Lanternas padrão militar OTAN e seletor de lanternas falsificados na China para economizar dinheiro. 


SUPERFATURAMENTO

E PARA O ESPANTO DE VOCÊS, SÓ AS CARROCERIAS DESSES ÔNIBUS VERDES (OS FORA-DE-ESTRADA) FORAM SUPERFATURADAS EM UNS 30 MIL REAIS porque a mesma carroceria tendo uma porta a mais e com elevador para cadeirantes, um acabamento bem superior, pintura mais caprichada, configuração de assentos mais complexa CUSTOU 139 MIL REAIS PARA A APAE DE NAVIRAÍ, MS. Enquanto essas carrocerias porcas para o Exército custaram 169 mil reais. Em alta quantidade, o preço deveria ser menor... ou pelo menos a qualidade deveria ser muito melhor.
Observação: Este orçamento foi atualizado para 139 mil devido à decisão de compra ter ocorrido meses após a data desse orçamento valuado em 135 mil. Vejam a planta do projeto do ônibus. Uma porta a mais e com elevador, interior mais complexo, 139 mil reais a carroceria, enquanto os lixos porcos para o Exército as outras duas Forças Armadas, 169 mil!


O COMEÇO DA MINHA FALÊNCIA MADE BY MASCARELLO
Foi a partir do daquela segunda-feira que ambos sub-Tenente Ramos e Tenente Dutra do 2º Regimento de Suprimento do Comando Militar do Oeste me solicitaram a apresentação de um relatório com fotos de todos os defeitos encontrados nos ônibus. Foi então que ambos decidiram que eu deveria começar a inspecionar os ônibus do dia 27 ao dia 29 do mês de maio daquele 2013 porque senão o Exército não pagaria pelos ônibus. 

Diante daquela situação, eu me deparava com as seguintes situações:
  • Na minha inocente consciência, a Mascarello teria um prejuízo enorme se não recebesse o pagamento pelas mais de 330 carrocerias,
  • Isso queimaria todo o meu esforço para conquistar clientela regional,
  • Eu, sem fazer vendas por isso, perderia o meu carro recém-financiado, para o banco, carro que investi para realizar um trabalho completo com a Mascarello,
  • Eu acreditava que se eu não entregasse aquele laudo logo, eu seria punido pela fábrica.

MAS TUDO O CONTRÁRIO... 

EU NÃO SABIA QUE EU FORA POSTO NO MEIO DE UM ESCÂNDALO DE AFRONTA À SOBERANIA DAS TRÊS FORÇAS ARMADAS.
  1. Eu não sabia que aquela licitação era carta marcada a favor da família Mascarello,
  2. Eu não sabia que a denúncia que os Mascarello fizeram contra o Exército era fictícia para criar desconforto no General Enzo para se sentir na obrigação de acabar com aquela outra má-fama construída pela esquerda e assim engolir o desaforo imposto por Roberto Requião e Gleisi Hoffmann para assim o orçamento do Exército Brasileiro e da Marinha e da FAB favorecerem o caixa da fábrica dos "amigos" Mascarello de Requião e Gleisi,
  3. Eu não sabia que os ônibus seriam pagos a mando de Gleisi Hoffmann e Dilma Rousseff mesmo que não fosse reparados a contra-gosto do General Enzo.

Então eu fiz o relatório de inspeção dos ônibus que eu acompanhei a entrega e dos demais que já tinham chegado antes.


A PUNIÇÃO POR SER HONESTO E DESAVISADO DIANTE DO ESCÂNDALO AO QUAL EU FUI POSTO PARA SER SACRIFICADO.
Quando após a assistente do diretor comercial da fábrica Jacel, Jossimara Verenose, me telefonou para cuidar dos ônibus que chegaram naquela sexta-feira, o meu ex-supervisor comercial Rafael Liotto, me telefonou para atender os oficiais e "dar uma olhada por cima, não fazer inspeção muito detalhada como eu costumo fazer para não deixá-los perceberem tudo, porque ele (Rafael Liotto) já sabia como eu tinha uma observação muito detalhista "toda vez" em que eu fazia uma inspeção de entrega, para que OS MILITARES ASSINASSEM LOGO O TERMO DE ACEITE porque o DINHEIRO já estava reservado para pagar a Mascarello.

No entanto, Rafael, a mando de Jacel, subestimou o preparo dos oficiais que além de me apontarem todos os defeitos de antemão, eles mostraram a superioridade do acabamento dos veículos pesados como camiões e carretas mesmo. E ainda me alertaram que se a Mascarello não reformasse os ônibus que a empresa não receberia o pagamento do General Enzo porque o TERMO DE ACEITE deveria constar todas as conformidades para operação segura e sem defeitos daqueles ônibus. 

Fiz o laudo de inspeção no jeito que os oficiais me pediram, apresentei a eles e repassei-o para a fábrica.

Daí eu que já não era mais quisto por Jacel porque não aceitei a sabotagem que ele permitiu ou mandou que fizesse contra mim, entregar dois ônibus porcos ao meu primeiro cliente a empresa Cerro Transportes, de Caarapó, MS, com buracos e rasgos de corte na lataria, o que me custou a perda de venda de mais 04 ônibus e 04 meses de nome queimado no mercado, então Jacel mandou punir-me nas seguintes maneiras:

1) atrasando o pagamento de comissões de 10 a mais de 30 dias.

2) roubando de 60 a quase 37 mil reais de comissões.

3) atrasando a entrada dos chassis dos clientes à linha de produção.

4) sabotando montagem de 10 ônibus do cliente Viação Clewis de Três Lagoas, mandando remover os fundos dos porta-malas e NEGANDO a instalação dos mesmos, fazendo os ônibus 0 Km ficarem inúteis para cumprir o CONTRATO com a Eldorado Papel e Celulose... e ainda me culpando pelo erro DESMENTIDO pelo proprietário da empresa que assim me defendeu. 

5) IGNORAR A VISITA DA EQUIPE DO CONSÓRCIO GUAICURUS de Campo Grande que queria comprar ônibus urbanos através de mim (representante Mascarello).

6) mandar fazer carroceria de ônibus com RESTOS DE CHAPAS DE ESTRUTURA para o cliente, amigo de minha família, e um dos membros notáveis do Consórcio Guaicurus, que fortaleceu a carreira de Jacel quando era funcionário da Nielson/Busscar de Joinville, SC, quando influenciou na compra de centenas de ônibus Nielson/Busscar, o que fez Jacel ser uma pessoa notável e contratada pela Comil de Erechim, RS. Os descuidos porcos me fizeram perder o amigo José Pinheiro que por 35 anos eu e minha família éramos amigos dele, perder a porta aberta no consórcio Guaicurus e a própria Canarinho como clientes e receber a rescisão do contrato pela bronca que dei na Jossimara que propositalmente SUMIU por MAIS DE 55 dias com o chassis do Sr. José Pinheiro para criar atrito e ter motivo para me desligar da empresa E SER CÚMPLICE DA ROUBALHEIRA DE QUASE 37 MIL REAIS DE COMISSÕES RESTANTES.

Em final de setembro de 2013, Jacel junto com a quadrilheira, proprietária da fábrica Iracele Mascarello e a filha de Iracele advogada da empresa que também é uma quadrilheira, grileira de terras e DEFRAUDADORA DE DOCUMENTOS Vivian Mascarello, decidiram me roubar quase 37 mil reais das comissões restantes e bloquear meus contatos telefônicos com a fábrica e cinicamente propor pagar 1/3 do que me deviam QUANDO A EMPRESA - COM FATURAMENTO DE 2 BILHÕES DE REAIS/ANO - PUDESSE PAGAR.


Grupo Mascarello, uma empresa com faturamento de mais de 2 bilhões de reais e com fácil acesso ao BNDES e Met-Life com documentos forjados em cartórios de cidadezinhas próximas à Cascavel, escravizando, sabotando, roubando dinheiro, tempo e sonhos de seus colaboradores que trazem clientes à essa casa de criminosos.

Diante de tal esmagamento à minha honra, fidelidade e esforço (dedicação), eu não tive outro caminho a não ser abrir um processo contra a Mascarello que usou do artifício da PEJOTIZAÇÃO (contratação por meio de pessoa jurídica) para amarrar-me às maracutaias da família Mascarello no fórum da maldita cidade de Cascavel onde o prédio é do governo do Paraná, mas quem habita-o é propriedade controlada pela "famiglia Mascarello."

O meu processo contra aqueles FILHOS DE PUTAS durou dois anos. O juíz colaborava com a canalhice daqueles bandidos e ainda os bandidos entraram com outro processo contra mim para provar que eles não se negavam a pagar, mas não depositavam na conta do meu advogado o que me deviam, chegando ao ponto que o juiz que cuidou dessa causa ficou sem meios de levar o caso à frente... PORQUÊ?

E eu tendo que pagar 803 reais mensais pelo financiamento do meu carro incluindo juros dos quais eu podia estar livre deles se os quase 37 mil reais fossem pagos a mim em outubro de 2013, não tive outra alternativa diante da espera de 2 anos de processo homologado como VERBA ALIMENTAR (para pagamento de dívidas decorrentes dos trabalhos para a Mascarello), tive de buscar ajuda. 

Eu, ao saber dos CRIMES DO EX-MARIDO E AINDA CÚMPLICE DOS CRIMES DE IRACELE MASCARELLO JUNTO COM AS TRÊS FILHAS, passei a contatar a senadora Gleisi Hoffmann e o senador Roberto Requião que nao me deram atenção ao caso já que eu estava sendo punido pelos amigos deles por ter feito um laudo honesto sem saber do que estava "tramado" entre eles e que eu precisava de ajuda. Uma secretária de Gleisi Hoffmann me atendeu e disse que ia ver o que poderia fazer. Expirando o prazo de uma semana na semana de 22 de setembro de 2015, eu então telefonei para ambos e disse que eu iria denunciá-los no Ministério Público Militar e no Ministério Público Federal e na Polícia Federal por tudo que fizeram. 

Foi daí que eu telefonei para a safada, sangue-suga e sangue-frio, quadrilheira Iracele Mascarello me identificando como funcionário do gabinete da senadora Gleisi Hoffmann. Na segunda tentativa ela aceitou a ligação e quando eu disse quem realmente era, ela ficou muda e eu disse quem eu realmente era e daí ela disse que não era Iracele e saiu pelo corredor do andar da administração com o telefone ligado, eu ouvia os passos de escravocrata prepotente dela e daí ela apertou a tecla de desligar o telefone. 

Foi então que eu retornei a ligação para a secretária que transferira a chamada para a "madame" e a secretária me perguntou se a tal Iracele me atendera porque quando ela passa as chamadas, ela ouve o começo das conversas para ter certeza de que as chamadas não caíram. E ainda mencionou que a "Dona Iracele" me atendeu gentilmente. Foi daí que eu tive certeza de que a exploradora de brasileiros falou comigo e então deixei o recado: "Que ela acertasse com o meu advogado tudo que me deve e não o 1/3 que ela quis me pagar quando a fábrica pudesse, ou que eu denunciaria a família toda na 13ª Vara de Justiça pelos crimes de defraudação no setor financeiro no BNDES e na Met-Life além de pedofilia. 

Eu também enviei um e-mail para a bandida passando o valor que ela me devia. Mas eu fui um burro. Devia ter incluído o valor do meu advogado e ter me preparado para a taxa de cartório. Ela que ao invés de me pagar o valor integral, quis pagar 1/3, porque então depositou o valor corrigido pela mísera correção da poupança?

Leitores deste blog. Se eu soubesse dos crimes daquela máfia imunda, eu teria telefonado para ela antes e teria feito pressão e teria recebido o meu dinheiro sem ter custos com advogado e sem ter me endividado ao longo desses dois anos.


UM NOVO ROUBO SOFRIDO:
Quando o meu dinheiro foi liberado pela Justiça a pedido da "madame" ao advogado dela no final de novembro de 2015, porque o juíz não ia liberar antes da virada do ano, eu então comecei a reestruturar a minha "microscópica empresa de ônibus" que eu tinha registrado em agosto de 2013, quando eu estava trabalhando para aquela indústria das ciladas. A empresa só existia no papel. Então eu, já tendo descontado 10 mil reais de custas judiciais dos meus 37 mil, fiquei com 27 mil, fui buscar ônibus usado na praça para realizar o meu sonho de trabalhar com transportes de passageiros. Eu já possuía e-mail corporativo, endereço de web site, tudo reservado, clientela cativa para trabalhar comigo e eu só precisava de um ônibus usado e uns 5 mil reais a mais de capital de giro. Foi quando todo ônibus que cabia no meu limitadíssimo orçamento eu encontrava, já tinha um comprador na frente. Enquanto eu não achava um ônibus, o financiamento do carro foi comendo o dinheiro e minha família não queria me apoiar mais na cobertura dos custos do carro. Foi então que eu via como única solução contratar uma operadora de consórcio para obter uma carta de crédito com maior valor para comprar o ônibus e garantir um capital de giro. Foi então que eu caí no golpe das operadoras de consórcio protegidas por bandidos do Senado, do STF e respectivamente do BANCO CENTRAL. Adquiri uma quota de consórcio de uma operadora "paranaense" localizada não muito distante da 13ª Vara de Justiça Federal do Paraná (em Curitiba), uma empresa com 20 anos de mercado, PROTEGIDA PELO BANCO CENTRAL num esquema tão ou mais perverso do que o PETROLÃO. Investi quase 11 mil reais na conta da operadora do consórico e o vendedor não deu lance, transformou tudo em parcelas, ele sumiu. Ele continua a trabalhar para a empresa. Eu tive que denunciar todo mundo na Justiça Federal para ter apoio de gente que está punindo o bando de Lúcifer Imundácio Mula da $ínika. E estou com receio de estar "topando" (me depararando) com mais outro esquema da dupla Requião-Gleisi. Do restante dos 22 mil que eu ainda tinha, tirando o que foi para a operadora de consórcio, fiquei com menos de 3 mil reais devido ao financiamento do carro e tive que começar um microscópico negócio para sair das "cinzas das cinzas". Estarei publicando uma matéria sobre isso. UM ESCÂNDALO QUE VOCÊS SÓ VERÃO AQUI NO BLOG "A LÍNGUA! NEWS."

Enquanto isso, gente como a "famiglia Mascarello" continua cada vez mais rica, grilando terras federais por meio de expulsão à base de pistolagem para falsificar documentação de posse de terras em cartórios ao redor de Cascavel para obter empréstimos MULTIMILIONÁRIOS no BNDES e na empresa financeira americana Met-Life.


O LAUDO:
Este laudo que mencionei no histórico acima foi mantido em sigilo desde maio de 2013 até 2015 quando eu percebi a má vontade do juíz de Cascavel em relação ao meu processo classificado como VERBA ALIMENTAR e sabendo que pessoas podiam desabar abaixo das rodas dianteiras direitas dos ônibus fora-de-estrada vendidos (empurrados) ao Exército, decidi denunciar tudo ao Ministério Público Militar para isentar a culpa pregada contra o General Enzo pela quadrilheira Gleisi Hoffmann, afilhada política de Roberto Requião, denúncia essa solicitada pelos Mascarello através do patrono da quadrilha Rovílio Mascarello (ex-esposo de Iracele Mascarello), de Roberto Requião que junto com Gleisi Hoffmann, chamaram o ?jornalista? Augusto Nunes para lançar a mentira sem depois fazer conclusão do caso e muito menos pedir desculpas ao General e à Instituição Exército Brasileiro.


Link para baixar a cópia do laudo que fiz dos defeitos. Preparem os seus nervos, nobres leitores: https://drive.google.com/open?id=0BwBHGPmCirjZQVdFV0VtVVRFY2c


FOTOS:
A maioria das fotos estão no arquivo do laudo de entrega dos veículos que fiz que está no link acima. Mas para antecipar a retratação da realidade de fazer chorar de vergonha daquilo que a marca que eu investi (assumi compromisso financeiro) para representar, eu não podia deixar qualquer empresário ver aquilo para eu não terminar tendo minhas poucas conquistas tomadas pelo banco porque eu não conseguiria vender mais um ônibus se os clientes vissem isso de perto, como os diretores das empresas de ônibus urbanos de Campo Grande queriam ver para possivelmente comprar uns ônibus de mim. 

área dos pedais revestida com papel alumínio que se esfarelava com o ar

parede traseira do salão dos Mascarello GranVia Midi brancos pareciam reboco mal feito

chapas de lataria soltas

Fiação solta e controles de sinaleiras militares falsificados na China

Piso de compensado que se esfarela servindo de pára-lamas com o assento do carona farafusado nessa madeira sem caixa de rodas (pára-lamas) de plástico reforçado, alumínio ou aço inoxidável por baixo.


REPRESÁLIA: ÔNIBUS MAL FEITOS PARA OS MEUS CLIENTES
Eu tenho que mostrar estas fotos para vocês terem noção pelo que passei nas mãos dessa corja porque eu já tinha assumido um contrato com a Mascarello e já tinha feito investimento para trabalhar com eles (financiei um carro) e se eu quebrasse o contrato eu podia ainda perder comissões de vendas em andamento e pagar multa. 

 

Parecem bonitinhos, né?
Os ônibus vieram com uma camada de cor sobre a outra com marcas de fitas adesivas, os painéis foram "cobertos" com material ultragrosseiro para piso de ônibus militar fora-de-estrada, o que me matou de vergonha diante do cliente, piso em alumínio liso com ondulações, ausência de relógio com marcador de temperatura removido a mando do Jacel que não enviou os kits de reposição: lanternas e um jogo de pára-brisa.

Parecia bonitinho, né?

O cliente, Sr. José Pinheiro, octagenário, foi quem fez Jacel subir na vida quando convenceu as empresas de ônibus de Campo Grande, no começo dos anos 90, a preferirem a Nielson/Busscar, de Joinville, SC. Com as vendas para Campo Grande a Nielson/Busscar destacou o ônibus Urbanuss no mercado nacional. Jacel enriqueceu e foi admitido pela nova administração da Comil que tinha os Mascarello como sócios e com eles pegou a idéia de montar uma fábrica com o dinheiro dos Mascarello e ter um ótimo salário e participações nas vendas, daí os roubos nas comissões dos representantes escravizados e humilhados. Com esse serviço propositalmente sabotador pelo qual ele e o covarde Rafael Liotto se esconderam de visitar o prejudicado empresário cujo era amizade de 35 anos da nossa família, perdi a amizade, a reputação e a chance de ganhar com a Mascarello no Consórcio Guaicurus porque foi esse serviço porco que fez eu ter portas fechadas no mercado limitado de ônibus da minha cidade.

Pára-sol para micro-ônibus num ônibus rodoviário e acabamento de massa plástica para esconder o "inescondível", um buraco no plástico fora de lugar.
Além disso o acabamento do banheiro veio solto, um plástico que nem se vê em balde de 1,75.

 Precisão no desalinhamento.

Uma chapa de alumínio escrota mal cortada e mal fixada que fazia um ruído imenso quando o ônibus era ligado. O cliente queria me ver morto.

Fixador de porta que não fixava a porta.

Ao vivo o que se vê é muito pior.

Quando eu estava fazendo a vistoria nos ônibus do Exército, o assessor do Jacel ladrão, Sr. Capecce, aquele que foi chamado para resolver o problema dos ônibus mal feitos do primeiro lote na concessionária Volkswagen de Brasília, me telefonava para me convencer deixá-lo roubar essa venda de 10 carrocerias GranMidi fora-de-estrada para transporte de funcionários da Eldorado Papel e Celulose de Mato Grosso do Sul. 
Como castigo, Jacel com cumplicidade do meu ex-supervisor comercial Rafael Liotto, mandou os funcionários montarem a carroceria com usn 50 dias de atraso e sem os fundos dos porta-malas. Ora. Se eles não deviam ter porta-malas, porque as portas dos porta-malas estavam no projeto e foram instaladas?

Jacel e Rafael mentiram para os donos da Viação Clewis que a culpa foi minha. Os donos desmentiram os cretinos e me defenderam.

Os donos da Viação Clewis ao receberem o primeiro ônibus sem os fundos dos porta-malas, mandaram Rafael e Jacel consertarem aquilo e não repetirem o erro nos outros 09 ônibus. Jacel por birra para me prejudicar e porque os donos da Viação Clewis me defenderam, por vingança por não conseguir emplacar a enganação, reteu os 09 ônibus restantes e não mandou instalar os fundos dos porta-malas dos ônibus para fazer o cliente perder o contrato com a Eldorado.






Dos 10 ônibus, 09 ficaram na fábrica. O cliente suspendeu o financiamento na Justiça até que a Mascarello reparasse o erro sabotador.


A FALSA DENÚNCIA CONTRA O GENERAL ENZO
  
A falsa denúncia, porque não provou qualquer coisa, apenas fez falsa alusão de que o General Enzo era um líder de extorsionários fardados, citava que pessoas próximas ao General Enzo Peri extorquíam os representantes legais das fábricas de carrocerias de ônibus para que as empresas respectivas fossem escolhidas no processo licitatório. NADA PROVADO, NADA GRAVADO. O QUE DE FATO OCORREU ERA QUE A MASCARELLO NÃO TINHA QUALQUER PROJETO DE ÔNIBUS PARA APLICAÇÃO MILITAR HOMOLOGADO PELO EXÉRCITO BRASILEIRO E POR ISSO NEM DEVIA TER PARTICIPADO NAQUELE PROCESSO DE LICITAÇÃO, PRINCIPALMENTE NO QUE SE REFERE AOS ÔNIBUS FORA-DE-ESTRADA. 

COMO A MASCARELLO JOGOU COM O FATOR MENOR PREÇO, GLEISI HOFFMANN, AFILHADA POLÍTICA DE ROBERTO REQUIÃO  SENDO ELA A MINISTRA DA CASA CIVIL COM PODERES DE INTERFERIR NAS LICITAÇÕES DAS FORÇAS ARMADAS, E ROBERTO REQUIÃO O LOBBISTA DA MÁFIA QUADRILHEIRA, DEFRAUDADORA, ESCRAVAGISTA, PEDÓFILA MASCARELLO, ELES FORÇARAM O GENERAL ENZO PERI, POR MEIO DE COAÇÃO, CHANTAGEM DIRETA E ATRAVÉS DESSA MATÉRIA PORCA DA VEJA PELO AUGUSTO NUNES, A ASSINAR O CONTRATO IGNORANDO O PRINCIPAL PARÂMETRO DO EXÉRCITO NUMA LICITAÇÃO DE COMPRAS DE VIATURAS: "CONFORMIDADE TÉCNICA". 


SAIBAM QUE: MENOR PREÇO NUNCA É O QUESITO NÚMERO 1 NAS LICITAÇÕES DE COMPRAS DE VIATURAS PARA AS FORÇAS ARMADAS: "MAS SIM!": CONFORMIDADE TÉCNICA = HOMOLOGAÇÃO PELAS FORÇAS ARMADAS E/OU OTAN. Mascarello não é o Exército Brasileiro e muito menos a OTAN.
Link da notícia falsa de Augusto Nunes da Veja:

Link da desfaçatez e da notícia falsa de Roberto Requião para não perder a "boquinha" de fazer lobby para os... quem sabe... sócios, os Mascarello:

ESTE É UM DOS MOTIVOS QUE FAZ GLEISI HOFFMANN NÃO SEGURAR O MEDO DE GENERAIS ESTAREM FALANDO DO TEMA "INTERVENÇÃO MILITAR."




MINHAS DENÚNCIAS:

Ao saber que a "famiglia Mascarello" grilava à força terras de famílias pobres em Rondônia com ajuda direta do governador da gestão passada, eu diante de tudo que testemunhei e sofri, decidi a denunciar a corja vagabunda e, já sabendo das MEGA GRILAGENS DE TERRAS FEDERAIS pelos Mascarello n norte do país, foi então que contatei o Ministério Público Militar para denunciar os verdadeiros criminosos no caso da licitação dos ônibus podres da Mascarello e o Ministério Público Federal para investigar todo esse escândalo já que eu já estava mais quebrado pelo roubo de quase 37 mil reais do que arroz de terceira. 

Ao saber de que a Justiça do Estado do Piauí embargou a continuidade dos crimes de Rovílio Mascarello com grilagem de terras federais entre outras e que esses crimes eram para fraudar empréstimos na empresa americana Met-Life, daí eu deduzi que o constante apoio de Roberto Requião à "famiglia Mascarello" para erguer aquele complexo industrial (fábrica de silos e de carrocerias de ônibus) só pôde acontecer através de FACILITAÇÕES DOCUMENTAIS E POLÍTICAS junto ao B.N.D.E.S., do qual Rovílio Mascarello é cliente assíduo. 

DENÚNCIA MPM/MPF

COMUNICADO À JUSTIÇA DO PIAUÍ

O caso também eu repassei à uma pessoa com conexão direta no DoJ, Department of Justice dos Estados Unidos da América, para que toda a defraudação documental de Rovílio Mascarello e seu sócio que envolveu uma INDUÇÃO DE CRÉDITO DE 100 MILHÕES DE DÓLARES seja PUNIDA e a "famiglia Mascarello" seja impedida de entrar nos Estados Unidos ou... 

... melhor, seja extraditada ou ao menos que tenha bens bloqueados e receba uma MULTA DE 100% DO VALOR DO CRIME... 100 MILHÕES US$ x 2 x R$: 3,11 = ???... 622 milhõezinhos de reais.


AS FACES DOS ENVOLVIDOS
  
Iracele Mascarello
(divorciada de Rovílio, mas casada com ele nos crimes de grilagem, defraudações e roubos das comissões dos representantes).


Antonino Jacel Duzanowski
(Ladrão, cúmplice da Iracele Mascarello)

Jossimara Veronese
(braço esquerdo de Jacel Duzanowski, venenosa, bandida, sabotadora dos representantes da Mascarello, incapaz para lidar com trasferência de chassis das fábricas para a Mascarello, causadora de atrasos propositais, sabe de todas as podridões do Jacel porque ela assina em baixo.)
Segundo Rafael Liotto, Jossimara só se mantém na Mascarello mesmo odiando Iracele Mascarello porque "ela sabe demais."
Sairia muito caro para os Mascarello mandar Jossimara para o olho da rua.

Rafael Liotto
(meu ex-supervisor comercial, falso, traíra, renega a alma para lucrar atrás das artimanhas de Jacel... "Vê se faz uma inspeção por cima, não do jeito que você faz, porque isso é coisa acertada com o povo lá de cima...")

Adilson
(foto a ser adicionada)
[o responsável pela inspeção de liberação dissimulada - ("Mande o ônibus assim mesmo. Se o cliente não perceber... Se colar, colou.")]


QUEM ROVÍLIO MASCARELLO É
  
A PREPOTÊNCIA DE ROVÍLIO MASCARELLO AO PRATICAR PEDOFILIA CUSTEADA COM ROUBOS CONTRA SEUS PRESTADORES DE SERVIÇOS E COM DEFRAUDAÇÕES SEM LIMITES:
  

Um dos maiores empresários do Brasil, que reside em Cascavel, foi denunciado à Justiça, pelo crime contra a liberdade sexual e de estupro de vulnerável.

A 15ª Promotoria Pública de Cascavel ofereceu há poucos dias denúncia contra Rovílio Mascarello. Pelo menos três meninas já foram vítimas do empresário.

A denúncia, protocolada no dia 17 de junho, tramita na 4ª Vara Criminal de Cascavel mas os casos são de conhecimento da polícia desde de janeiro de 2013. Tudo isso confirma os indícios dos crimes cometidos pelo empresário que foram noticiados em maio pela CGN.

O depoimento da mãe de duas das três vítimas, uma que hoje é maior de idade, revela detalhes de como Rovílio agia. A identidade da mãe e das filhas será preservada.

O empresário sempre frequentava a casa da família e em 2010, de acordo com o depoimento da mãe, foi descoberto que o empresário havia também investido em sua filha mais nova, quando ela tinha 13 anos.

O crime foi descoberto há três anos, quando a menina apresentou mudanças de comportamento.

A 15ª Promotoria também investiga um terceiro caso de uma adolescente de 17 anos, também vítima do empresário. A mãe disse, inclusive, que sua filha conheceu outras meninas que estavam com o mesmo problema.

Conforme o depoimento dela à delegacia em 10 de abril, Rovilio Mascarello era namorado de sua filha mais velha – também aliciada desde quando era menor de idade. Segundo a mãe, o empresário ofereceu “valores em imóveis e dinheiro em troca da virgindade” da primeira filha.

Em julho de 2013 Rovilio chegou a “doar” um carro novo à filha mais nova. Um documento registrado em cartório oficializa a doação de um Peugeot 207 ano 2013, no valor de R$ 34 mil. 

[Cristiano]: O mesmo carro que comprei para prestar um serviço melhor para a Mascarello e que Iracele com o seu parceiro de crimes Antonino Jacel Duzanowski fizeram de tudo para eu perder ao roubarem praticamente 37 mil reais das comissões devidas na rescisão de contrato.
 “Soube que Rovilio ‘tinha transado’ com a filha quando a mesma tinha 13 anos de idade, em setembro de 2010, quando o mesmo [Rovílio] namorava sua outra filha. Rovílio [...] manteve o relacionamento com as duas sem que A. tivesse conhecimento. Rovílio presentava com objetos caros, plásticas e etc”.

Seis dias depois, a mãe das vítimas prestou novo depoimento e revelou uma nova tentativa do empresário de comprar a vítima. O advogado de Rovílio teria oferecido R$ 100 mil para que a adolescente mudasse sua versão. Para a CGN, a mãe diz que foi ameaçada, principalmente depois das primeiras divulgações da denúncia.
“Foi procurada pelo advogado de Rovílio Mascarello [...] o qual lhe propôs receber a quantia de R$ 100 mil para que viesse na delegacia retificar a declaração prestada, dizendo que tinha mais de 14 anos e que eram todas consentidas, para livrá-lo da prática de qualquer crime”.

Em abril, deste ano a promotora de Justiça Andréa Frias encaminhou ao delegado chefe da 15ª SDP, Julio Reis, um ofício requerendo a instauração de um inquérito policial para investigar Rovilio Mascarello.

Em cumprimento as diligências solicitadas, a delegada da Mulher, Mariana Vieira determinou o depoimento das duas irmãs e o exame de conjunção carnal da vítima mais nova.

A ação judicial que tramita na 4ª Vara Criminal segue em segredo de Justiça e a denúncia segue em análise do juiz Carlos Eduardo Stella Alves, para que seja aceita ou recusada.




AS FRAUDES CARTORÁRIAS E FINANCEIRAS DA QUADRILHA MASCARELLO
    

Empresário fez operações bancárias suspeitas em 2012 por meio da RM Imóveis em valores que ultrapassam R$ 18 milhões.
   Fonte: Centro-Oeste Popular (Cuiabá, MT) 

O Ministério Público Federal e a Polícia Federal do Piauí, investigam o empresário paranaense Rovílio Mascarello, fundador do Grupo Mascarello, por suspeita de lavagem de dinheiro. O inquérito policial nº 0130/2013 foi originado por uma operação bancária realizada em no dia 14 de setembro de 2012, em que Joacir Alves, um conhecido corretor de terras no sul do estado, também suspeito de grilagem, fez um saque em uma agência do Banco do Brasil em Teresina, na boca do caixa, no valor de R$ 8.316.000,00.

Segundo apurou as primeiras investigações do MPF e da PF piauiense, o dinheiro havia sido depositado no dia 10 de setembro de 2012 pela empresa RM Imóveis Ltda, de propriedade de Rovílio Marcarello e de sua filha, Kelly Mascarello Muffato

[Cristiano]: O patriarca dos Muffato já foi prefeito de Cascavel, ele e o filho, marido da Kelly Mascarello, são donos da rede de supermercados Muffato e devem mais de 23 milhões de reais em ICMS. E ninguém toca neles, ninguém confisca-os. Mas os Mascarello confiscam terras de pequenos proprietários até terras da União! 

A RM Imóveis tem sede em Cascavel/PR, mas possui negócios e propriedades, especialmente grandes extensões de terras rurais, em estados como Paraná, Mato Grosso, São Paulo, Pará, Maranhão e Piauí. A empresa imobiliária dos Mascarello, assim como a pessoa física de Rovílio, figura como réu em vários processos por suspeita de grilagem de terras em vários estados do país.

A suspeita do MPF e da PF é de que o dinheiro enviado pela RM Imóveis e sacado em espécie por Joacir Alves em Teresina seja oriundo de fundos ilícitos ou destinados à alguma ação ilícita por parte de Rovílio Mascarello, conforme aponta o procurador Marco Aurélio Adão, que investiga o caso, em um despacho ao qual a reportagem do jornal Centro-Oeste Popular e do portal Brasil Notícia teve acesso. “O saque em espécie de R$ 8.316.000,00, na cidade de Teresina/PI, no dia 14 de setembro de 2012 constitui fato que, em tese, pode estar relacionado com vários ilícitos criminais. Não é usual ou plausível, em operações comerciais ou não, o saque em espécie de tão expressiva quantia, sobretudo com as facilidades atuais do sistema financeiro. O fato, assim, denota possível tentativa de ocultar ou dissimular a movimentação de recursos financeiros. Além disso, o dinheiro sacado de maneira inusitada pode decorrer de produto de crime, ou ser destinado à prática de crime - o que explicaria a opção pela operação atípica”, grafa o insigne representante do Parquet federal.

[Cristiano]: Preciso dizer que Rovílio comprou o gerente do banco para completar essa tramóia?

O próprio representante do MPF destaca que, pelos antecedentes de Rovílio Mascarello, suas operações bancárias, bem como das empresas de seu grupo empresarial, ensejam aprofundada investigação. Só em 2012, a RM Imóveis teria movimentado de forma atípica, mais de R$ 18 milhões.

“Essas e outras operações financeiras suspeitas, registradas ao longo de vários anos, dizem respeito a depósitos e a saques em espécie de valores expressivos, a negociações referentes a aquisição e resgate de operações de seguro e de previdência privada, bem como a compra e venda de imóveis. A maior parte foi efetuada em municípios do interior do Paraná e de São Paulo”, assinala o procurador  Marco Aurélio Adão no mesmo despacho. 

O inquérito instaurado pelo MPF e pela PF do Piauí corre ainda em sigilo e não foi concluído. No entanto, pelo despacho do procurador, é possível vislumbrar a gravidade das suspeitas que pesam sobre as operações financeiras de Rovílio Mascarello por meio da RM Imóveis, de outras empresas e de pessoas físicas ligadas à ele, não apenas naquele estado do nordeste brasileiro, mas também em São Paulo e no Paraná. As pessoas físicas e jurídicas vinculadas a empresa RM lmóveis Ltda., bem como ela mesma, foram objeto de várias outras comunicações junto ao COAF de operações financeiras atípicas que chamaram a atenção do MPF e da Polícia Federal.

“No momento inicial das apurações, e indicada em razão do montante envolvido, permitindo-se divisar ofensa a ordem tributária federal e/ou ao sistema financeiro nacional no eventual delito antecedente. Maiores considerações sobre esse tema exigem o início das apurações, com a coleta de dados mais específicos, quando a questão deverá ser melhor analisada”, argumenta o procurador na determinação de abertura do inquérito policial.

Vínculos comprometedores
As movimentações financeiras atípicas de Rovílio Mascarello, conforme suspeita o MPF e a PF do Piauí podem estar ligadas tanto a um esquema de lavagem de dinheiro quanto à cobertura de negócios visando o controle ilegal de grandes áreas de terras na região de cerrado naquele estado.

O vínculo de Rovílio Mascarello com a grilagem de terras no Piauí são os negócios realizados por ele com Euclides de Carli, empresário que é seu sócio na Comil, empresa da área agrícola e agroindustrial do Grupo Mascarello. Com domicilio em São José do Rio Preto (SP), De Carli movimentou mais de R$15 milhões em operações bancárias em dinheiro vivo.

Junto com a filha e o filho, De Carli tem fazendas na região sul do Piauí e mantém disputas renhidas com posseiros e pequenos proprietários por causa de terras. Já Joacir Alves, que sacou os mais de R$ 8,3 milhões em dinheiro vivo remetidos pela RM Imóveis, é conhecido por intermediar negócios e “rolos” envolvendo terras no nordeste, em especial no Piauí e no sul do Maranhão. 


Euclides De Carli e Joacir Alves


Mais notícias dos sócios de Rovílio Mascarello:
  
Justiça bloqueia acesso a mais de 124 mil hectares do "maior grileiro do Piauí"
JusBrasil: Manoel Ribeiro denuncia grileiro e assassinatos no sul do Estado


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O CUSPIDOR DAS FORÇAS ARMADAS APLICANDO GOLPES NOS ESTADOS UNIDOS!
Seria esse o "modus operandi" da família Mascarello (Rovílio, Iracele, Kelly, Vivian) junto ao B.N.D.E.S.????
  
Requião, Gleisi, helloooooooooooooooooooooo!!!!!!!!!!!????

06/abril/2015
José Pupin pagou R$ 650 mil por registro de contrato com a MetLife
  
O empresário rural, por meio de seu então advogado, teria pago mais de meio milhão de reais para que cartorário de Paranatinga registrasse contrato de empréstimo de US$ 100 milhões dando como garantia uma fazenda que estava judicialmente embargada
Antonio P. Pacheco - Centro-Oeste Popular (Cuiabá, MT)/Portal Brasil Notícia.

O cartorário de Paranatinga (342 km de Cuiabá), Antônio Francisco de Carvalho, hoje afastado da função por determinação da Justiça, teria recebido R$ 650 mil para registrar, de forma indevida, um contrato de US$ 100 milhões, firmado entre o “rei do algodão”, José Pupin, e o fundo de investimentos americano MetLife Investiment. A informação foi confirmada ao jornal Centro-Oeste Popular e ao portal Brasil Notícia por uma fonte que intermediou toda a transação.

Conforme a fonte, o então titular do Cartório de Registro de Imóveis de Paranatinga, foi “estimulado” financeiramente a promover a baixa de várias averbações judiciais em escrituras que impediam qualquer tipo de negociação envolvendo duas áreas de terras que, somadas, formam a Fazenda São Benedito, antiga Fazenda Comil, com uma área de cerca de 47 mil hectares. Hoje, a fazenda, que tem 20 mil hectares em produção, está avaliada em aproximadamente R$ 600 milhões.

Para tanto, o cartorário teria recebido de José Pupin, por meio de seu advogado, cheques que somados, totalizariam R$ 650 mil, uma parte dos quais, seriam contabilizados a título de emolumentos pelo registro da hipoteca e transferências de propriedade. A informação coloca por terra o argumento usado até agora por Pupin para defender-se da acusação do Ministério Público Estadual (MPE) de ter promovido fraudes em documentos públicos para viabilizar a tomada de posse da antiga Fazenda Comil e para obter o empréstimo junto à MetLife em 2012.


Segundo a denúncia apresentada à Justiça pela promotora Solange Linhares, para perpetrar o golpe, José Pupin, em associação com a própria a mulher, Vera Lúcia Camargo Pupin, com seu filho, Bruno Camargo Pupin, o seu advogado na ocasião,Ronaldo Monteiro Feguri, teria corrompido e pago propina ao oficial registrador Antonio Carvalho.

O esquema, ainda conforme a denuncia do MPE, teve outros articuladores e beneficiários diretos: o empresário paranaense e bon vivant Rovílio Mascarello, a ex-esposa deste, Iracele Maria Crespi Mascarello e a filha, Kelly Mascarello Mufatto, que é sócia com o pai na RM Imóveis Ltda, empresa que integra o Grupo Mascarello, sediado em Cascavel (PR).
Para que o negócio fosse adiante, o cartorário Antonio Carvalho teria cobrado R$ 650 mil. “Os valores foram repassados de forma parcelada em cheques, ao advogado dele (Antonio), Marcelo Schinneder, por meio de seu funcionário, chamado Samir”, assegurou a fonte à reportagem do CO Popular e do portal Brasil Notícia.

Feito o pagamento, no dia 22 de agosto de 2012 [Cristiano: ano da licitação fraudulenta dos ônibus], o cartorário suprimiu as averbações restritivas nº 06 e nº 12 sobre as matrículas nº 6.335 e de nº 6.336. As restrições, indicando que aquelas terras haviam sido vendidas à família de Luiz Martelli que reivindica judicialmente a sua posse e que sofriam ainda uma ação de execução por parte do espólio de Alziro Pozzi, impediam que as áreas fossem comercializadas, oferecidas em garantias, hipotecadas ou mesmo transferidas por quaisquer formas para a posse de terceiros.

Ainda conforme documentos do processo impetrado pelo MPE-MT contra Pupin e os demais acusados, com a baixa ilegal das averbações judiciais, a área foi então  escriturada em nome da empresa Cotton Brasil Agricultura Ltda, pertencente a José Pupin e ao seu filho, Bruno Pupin, e posteriormente, oferecida em garantia do empréstimo de US$ 100 milhões junto à MetLife Investiment (MLI). A MetLife Investiment é um braço de agronegócios do fundo de investimento da seguradora norte-americana MetLife Inco, uma das  maiores seguradoras do mundo.

Segundo a promotora Solange Linhares, o processo contra José Pupin, Rovílio Mascarello, Antônio Carvalho e outros segue em tramitação no Judiciário de Paranatinga, já tendo os acusados sido citados. “Esta é uma ação complexa, com muitos réus e muitos volumes de documentos, que demandam tempo e cuidado na análise por parte do julgador, por isso mesmo há essa sensação de demora no seu desfecho”, explicou a representante do MPE em entrevista recente à reportagem do CO Popular e do portal Brasil Notícia que acompanha o andamento do caso.

Outro Lado – Procurado pela reportagem, o advogado Marcelo Schinneder, que representa a defesa de Antonio Carvalho em processos administrativos junto ao Tribunal de Justiça, bem como o seu funcionário, identificado como Samir, negaram de forma insistente ter recebido qualquer pagamento “por fora” em nome do cliente.

Segundo o advogado, a acusação “é leviana e infundada”. Ele garantiu ainda que seu cliente não recebeu qualquer pagamento a mais que os emolumentos “corretamente cobrados” pelos registros efetuados em relação a Fazenda São Benedito e ao contrato de José Pupin com a MetLife. “Tudo foi feito de acordo com as regras legais e com a efetiva boa fé do senhor Antonio Carvalho. E isso ficará provado no deslinde do processo administrativo que meu cliente responde junto à Corregedoria do Tribunal de Justiça”.

O cartorário Antonio Carvalho, que estaria residindo no Paraná, não foi encontrado para comentar pessoalmente o caso. Também o empresário José Pupin não foi localizado em seu escritório em Cuiabá e nem retornou as ligações ou recados deixados em suas empresas. 

 

OPERAÇÃO ARARATH CAPTOU INDÍCIOS DE COMPRA DE SETENÇA POR JOSÉ PUPIN (sócio de Rovílio Mascarello)

22/12/2014 - fonte: Centro-Oeste Popular - (Cuiabá, MT.)
Antonio P. Pacheco
   
Escutas telefônicas da Polícia Federal, realizadas durante as investigações da Operação Ararath, dão pistas de que sentenças benéficas ao “rei do algodão” podem ter sido compradas

As suspeitas de que o empresário do agronegócio, José Pupin, tenha conseguido algumas vitórias judiciais graças à compra de sentenças na Justiça de Mato Grosso ganharam robustez esta semana com o vazamento de trechos de escutas telefônicas feitas pela Polícia Federal no âmbito da Operação Ararath. O CO Popular teve acesso às gravações das escutas em que várias conversas entre um conhecido lobbista e corretor de sentenças no estado fala sobre ações de interesse de Pupin.

Polêmico em seus negócios, José Pupin é alvo de vários processos judiciais. O mais escandaloso deles é o que envolve a compra de 40 mil hectares de terras em Paranatinga, com base em documentação fraudada em cartório, e a alienação da área para a obtenção de um empréstimo internacional de US$ 100 milhões (Cem milhões de dólares).

A área em questão está em litígio judicial de posse entre a família de empresários e agropecuaristas dona do Grupo Martelli e o empresário Rovilio Mascarello, um famoso bon vivant e negociantes de terras de Cascavel, Paraná. Pupin e Mascarello teriam se associado, segundo denúncia do Ministério Público Estadual, para fraudar as escrituras da área e desembaraçá-la dos impedimentos judiciais a fim de obterem lucros indevidos e ilícitos.

As gravações feitas pela Polícia Federal aponta estreito relacionamento do empresário José Pupin e seu então advogado, Xavier Leonidas Dallagnol, com o lobbista Tiago Vieira de Souza Dorileo, conhecido em Mato Grosso por atuar como “corretor de sentença” junto à membros do Poder Judiciário.

As investigações da Polícia Federal apontam ainda que Pupin e Xavier utilizaram por mais de uma vez os “serviços” de Tiago Vieira Dorileo, o “Tiaguinho” e seus contatos com nomes influentes no judiciário, como o juiz aposentado José Mauro Biachini Fernandes. O lobista, inclusive, foi um dos envolvidos na “Operação Asafe” que investigou casos de venda de sentenças no Tribunal de Justiça de Mato Grosso em maio de 2010. Os crimes investigados naquela operação foram os de exploração de prestígio, corrupção ativa e passiva e formação de quadrilha e envolveu os nomes de vários advogados, juízes e desembargadores aposentados.

Em função dos fortes indícios de compra de sentenças identificados nas conversas entre Tiago Dorileo e Xavier Dallagnol, bem como entre Tiago e o juiz aposentado José Mauro Biachini (vide facsimiles) e deste com o empresário José Pupin e seu então advogado, o então juiz da 5ª Vara Federal, José Pires da Cunha, determinou o desmembramento do inquérito que culminou com a Operação Ararath em outro, exclusivamente para investigar o suposto esquema de compra e venda de sentenças que seria operado pelo lobista.

O Serviço de Inteligência do jornal Centro-Oeste Popular (Sicop) está em campo recolhendo mais informações e detalhes sobre as investigações das relações de Pupin e Xavier com o lobista Tiago Dorileo e sobre as decisões judiciais favoráveis ao “Rei do Algodão” alcançadas por meio de eventual favorecimento remunerado. Aguardem!  

[Cristiano: A história envolve até Blairo Maggi...]